O estilo de vida francês e sua relação com a arte

O estilo de vida francês e sua relação com a arte

22 maio, 2018 | Nenhum comentário
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A França tem uma relação histórica e muito íntima com a arte. Paris, a sua capital, sempre desempenhou um importante papel como espelho cultural da Europa e do mundo. Não é atoa que o país possui um dos museus mais conhecidos e visitados do mundo, o Louvre.

Neste post, confira como a cultura francesa e o seu estilo de vida fizeram desta nação uma referência mundial para artistas e apreciadores.

Os cafés parisienses

Os cafés parisienses sempre foram ponto de encontro de grandes artistas: cineastas, escritores, pintores, entre outros. Foram desses encontros que nasceram grandes obras, movimentos artísticos e verdadeiras revoluções.

Esses locais ficaram tão famosos que os franceses mantêm o hábito de frequenta-los até hoje. Ir a um café não está necessariamente ligado ao consumo da bebida, pois o programa também é um ato cultural, um momento de relaxamento e de contemplação da vida e da arte.

Um dos maiores acervos do mundo

Por ser um país tão dedicado à arte, a França possui, claro, muitos museus. Entre eles, o mais famoso e mais visitado museu do mundo, o Louvre. É lá que está uma das obras mais conhecidas e visitadas do planeta: “La Gioconda”, conhecida também como a Monalisa, de Leonardo Da Vinci.

Seu acervo tem aproximadamente 38 mil objetos, que vão da pré-história à arte moderna do século XXI. O espaço é tão grande e frequentado que uma visita exige planejamento para que você possa ver as principais obras e aproveitar a oportunidade.

Mas lembre-se que há inúmeros outros museus, como por exemplo o Maison Européenne de la Photographie, uma das maiores referências em fotografia, ou o Musée du Grand Palais, um palácio restaurado e transformado em museu que é uma verdadeira joia arquitetônica.

Uma vocação pré-histórica

Parece que a França sempre teve mesmo uma vocação para arte. Em 1940 foram descobertas no sudoeste do país as grutas de Lascaux. Suas paredes estão magnificamente decoradas com gravações de desenhos e pinturas rupestres de animais, sendo um dos mais conservados sítios de arte pré-histórica do mundo.

Os historiadores estimam que os desenhos foram feitos há cerca de 17.000 anos. Inicialmente a gruta era aberta à visitação, mas a presença humana começou a danificar os desenhos e ameaçar a pesquisa dos historiadores. Para contornar o problema, o governo francês criou, ao lado das grutas originais, um bunker em concreto chamado Lascaux II, que é uma réplica idêntica.

A invenção da sétima arte

Outro pioneirismo dos franceses foi a criação do Cinema. Foram os irmãos Auguste e Louis Lumière que inventaram o cinematógrafo, um aparelho que capturava e projetava fotogramas, criando a ilusão de movimento. Com a projeção de sua primeira filmagem, “A Chegada do Trem à Estação”, eles apavoraram os espectadores ao projetarem um trem em movimento.

Pouco depois, no início do século XX, seria a vez de outro francês reinventar o cinema. O ilusionista Georges Méliès encantou o mundo com seus filmetes de ficção científica e cinema fantástico. Sua obra mais famosa, “Viagem à Lua” (Le voyage dans la Lune, 1902), ainda hoje é uma referência para diretores. Muitas de suas animações foram recuperadas e estão disponíveis em domínio público, e continuam a ser a garantia de prender a atenção de crianças e adultos.

Incrível como podemos aprender com a cultura de um país, não é verdade? Confira no blog outros posts sobre particularidades de cada povo, e como eles podem inspirar as crianças de maneiras diferentes.


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